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Human Heart

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Kotomi
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MensagemAssunto: Human Heart   Dom Maio 31, 2009 3:13 am



Sinopse: Em meados ao século XXIII, uma linda garota é vendida em um leilão...Ela não sabe o que sente enquanto é vendida... Ela é um robô...Mas...Ela ainda pode ter sentimentos e o que ela sente é medo... Um novo dono, uma nova casa, e um "amigo", um amor proibido dentro de um coração que batia mais forte do que o de qualquer humano. Aventuras e desventuras, para uma andróide mais humana que qual quer outro ser.
Classificação: Bem eu realmente coloquei fortes citações, acho que para maior de 16 anos apenas.
Gêneros: Drama, Ficção Científica, Mistério, Romance, Tragédia.
-----

Um dia ela me disse:"Você já sentiu nojo dos humanos? Você já sentiu medo de morrer? E o de viver e continuar eternamente sofrendo sempre?..." Eu nunca soube responder essa pergunta ao seus olhos tristes - Sebastian.


Capítulo 1- Medo e Nojo.


Luna era uma andróide em pleno século 23. Modelo recente no ramo dos andróides feitas para o prazer carnal dos homens, numa era aonde a população era grande, notáveis eram carros, mortes, guerra e poluição. Prostitutas acabavam por ser ridículas demais, uma vez que haviam as andróides minuciosamente planejadas. Não havia um único modelo, ideal; foram desenvolvidas modelos para todos os gostos. E caso o consumidor não gostasse do produto, era só re programar.

Luna tinha a face de uma mulher de 21 anos, corpo de 18, com as formas perfeitas de mais para uma humana, cabelos roxos - quase um prata ou branco de tão belos - que iam até o ombro da jovem, olhos vermelhos num tom escarlate de sangue. Ela estava em um leilão escondido, exclusivo para os magnatas do dinheiro, tinha os pulsos amarrados nas costas por uma corda e uma mordaça na boca. Ela, assim como todas as leiloadas, usava um fino vestido transparente de seda, a fim de mostrar melhor o corpo a aqueles que seriam seus novos donos. Luna era a única que nos olhos podia se ver tristeza e medo.

O Grande magnata Monark era um homem de 60 anos de idade. Olhos verdes e rosto desgastado pelo tempo, cabelos grisalhos e um corpo robusto e feio. Mesmo alto, ele mais lembrava um porco super desenvolvido, era um magnata que controlava os bancos mais importantes daquele século.

Jefferson Monark era o homem mais rico da cidade e se tornara curiosamente obsessivo por um bom andróide que pudesse satisfaze-lo, já que a mulher havia morrido a anos. Sabia que o filho Sebastian o odiaria por isso, mas Jefferson não ligava, não pedira que o filho morasse com ele, a construção da casa do filho fizera isso. E como Jefferson não soubesse que os livros do filho eram cheios de morte e sexo, ele adquirira informações sobre sexo de algum lugar. Jefferson estava no leilão de andróides, a maioria daquelas que estavam lá não lhe chamavam a atenção, porem quando uma bela andróide de cabelos roxos entrara, ele tinha certeza que ela seria sua a qual quer custo.

Luna sabia que iria sofrer, nunca gostou da idéia de ser uma escrava. Começava o leilão dela enquanto pensava em seu passado, no tempo que pentenceu a um bordel de andróides, mas diferente dos bordéis dos humanos, ela não recebia nunca pelo seu “trabalho”: aquelas noites de horrores que passara com homens diferentes, alguns malignos, outros nojentos. Enquanto o leilão prosseguia, em sua mente apenas um desejo se passava, ela não queria passar por aquilo de novo, ela sentia uma dor dentro do corpo, mas ela logo se rendeu a dor, esperando o pior.

Jefferson não se atreveu a perdê-la e pagou caro por isso, sem arrependimentos. Logo que acabou o leilão fora buscar sua nova companheira, a colocou no carro, iria experimentá-la nessa mesma noite.

- Luna, que belo nome – ele sorriu olhando para ela, comendo-a com os olhos.
- Senhor Monark – ela o olhou sensualmente, mesmo estando triste: era sua programação – para aonde estamos indo, meu mestre?
- Vou deixá-la em minha casa, minha querida Luna – ele olhava para frente agora dirigindo rápido, teria ainda de trabalhar, mas quando voltasse para a casa ele iria se divertir como um rei na cama com aquela beleza que estava ao seu lado - vá se ambientenado, pois mais tarde retornarei.

Ao chegarem na casa de Jefferson, seu filho Sebastian escrevia nas telas de hologramas, enquanto tinha um cachorro dormindo em seu pé. O jovem era lindo, aparentava ter 23 anos no máximo, seus olhos verde-esmeralda, seu cabelo castanho claro e sua pele branca e impecável, sem nem sequer uma mancha, usava apenas uma calca e os pés estavam descalços e o peitoral nu. Ele era o homem que toda mulher desejaria, mas era odiado por seu pai.

- Luna... Suba as escadas e entre no primeiro quarto a esquerda, lá na cama tem um vestido, use-o – ele sentiu o filho olhá-lo enojado – e quando eu voltar nos vamos nos divertir – ele falou por final com o intuito de provocar o filho. Logo foi indo para fora da casa, entrou em seu carro e foi embora para o trabalho.

Luna subiu as escadas vagarosamente, a casa era grande, uma mansão digna do magnata. Ela se vestiu, seus olhos eram tristes. Desceu novamente a sala, sem encarar Sebastian ou o animal que dormia em seus pés, apenas se posicionou no parapeito de uma das janelas e observou, sem prestar muita atenção, o movimento da cidade. Seus pensamentos vagavam em lembranças tristes.

Sebastian a apenas olhou de cima abaixo, era o vestido favorito de sua mãe, o que a andróide usava. Sentiu muita raiva, mas logo se acalmou, afinal era aquilo o que o pai queria mesmo... Ele ficou a fitá-la, e se não tivesse visto uma pequena marca no pé de Luna, diria que ela era humana. Logo deduziu o que o pai tinha feito, ele fora comprá-la, uma linda andróide do tipo prostituta para o satisfazê-lo. Aquilo era repugnante, ele não conseguia imaginar aquele monstro, que era seu pai, com a garota. Fechou os olhos e parou de digitar fazendo os hologramas desaparecessem.

- Quem é você? – ela se virou para ele e falou com uma voz muito gentil e bela – Desculpe... – ela abaixou a cabeça, esperando um castigo – Não devia ter perguntado, não fui permitida a isso.
- Tudo bem – fez uma pausa e então, olhando-a nos olhos, viu tristeza e medo... Surpreso, não imaginava que uma andróide poderia ter tais sentimentos – Eu sou o filho de Jefferson Monark, meu nome é Sebastian Monark, e você minha cara andróide?
- Meu nome é Luna – ela sorriu de leve, gentilmente – eu pertenço ao seu pai.
- Eu sei... – disse rispidamente olhando para ela, ele colocou o pequeno projetor holográfico encima da mesa e o desligou, ao lado havia 4 projetores menores, eram os livros dele.
- Posso ler? – disse ela, se sentando ao lado dele. Luna parecia tão pequena para um homem como Jefferson, e toda aquela doçura fazia Sebastian sentir seu estomago embrulhar toda vez que lembrava que ela iria se deitar com seu pai todas as noites.
- Pode sim... – ele se levantou, saindo de perto, indo para fora da casa chamando o cachorro – Kayron venha – o animal foi correndo, e o jovem Monark iria ver se conseguia relaxar sua mente.

A jovem pressionou uma parte do próprio pescoço lá se abrira um pequeno buraco do tamanho do projetor, quando ia por parou.

- Uma história perde a graça quando, não lida do jeito certo – falou para si mesma apenas ligando o projetor na mesa e lendo a primeira pagina do livro, sorrindo passava pagina por pagina lendo lentamente, concentrada no que via.

Na porta, Sebastian fitou-a e a viu ler. Achava aquilo engraçado, era mais fácil ler tudo de uma vez inserindo em seu banco de dados, mas não entendia o porquê de ela ler devagar, pagina após pagina. Mau os humanos ainda faziam isso hoje em dia.

Após algum tempo, ela sentiu o olhar dele sobre si e o encarou sem entender.

- Por que não faz do jeito mais rápido? – perguntou-a Sebastian, esperando ver qual seria a resposta dela.
- Por que perde todo o valor e... Eu não sei como se fala , mas tudo que há na história perde o valor e o sentido. Quando eu leio como vocês, humanos, eu... – ela sorriu desligando o holograma – Eu consigo sentir algo que quando eu não insiro diretamente em meu banco de arquivos. Algo que eu nunca poderei sentir de outra forma – ela o olhou nos olhos – Será que estou quebrada?
- Não sei, mas sabe... Eu prefiro muito mais pessoas como você – riu e voltou para fora indo brincar com o cachorro.

As horas se passaram e a andróide continuava a ler o livro, logo Sebastian já estava lá novamente quieto sentado a frente dela, fitando-a admirado enquanto ela lia os livros. Aos olhos dele, ela não era uma andróide.

Porém aquele momento foi interrompido pela chegada de seu pai. Não... Não seu pai, Sebastian preferia referir a aquele de quem puxou a genética de porco.

E o porco dessa vez estava pior do que nunca. Muito bêbedo, como a primeira ação em casa, o grande chefe dos Monark segurou ela pelo cabelo e a ergueu no ar. Ela apenas fez uma leve cara de dor e fitou Sebastian com seus solhos vermelhos, como que pedisse ajuda.

---

Esses caps estão sujeitos a edição.

Agradecimentos, Kotomi.
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MensagemAssunto: Re: Human Heart   Dom Maio 31, 2009 11:31 am

Nossa, a história parece ser muito boa... E a narração parece igual as dos livros futuristas que eu leio.
Parabens, parece que é uma historia cativante e é original.
Espero o proximo capitulo. Continue.
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MensagemAssunto: Re: Human Heart   Dom Maio 31, 2009 1:35 pm

finalmente uma fic +16 \O/ adorei a históriaacho que vou querer uma robô dessas pra mim então, continue com a fic, que eu estou avliando des de já, sucessos e abraços o/
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MensagemAssunto: Re: Human Heart   Dom Maio 31, 2009 2:35 pm

Olá Koto. A história é muito interessante, mostrando um futuro onde andróides trabalham como prostitutas, e possúem o corpo perfeito. Gostei da ideia de a protagonista ser uma andróide que possui sentimentos, isso é digno de uma coisa viva. Acho que Sebastian virá a ser um bom amigo de Luna, espero que eles se dêem bem.

O Jeff é um canalha... Senti raiva dele, só por ter maltratado a andróide. Bom, espero que ela saia ilesa dessa. A narrativa é bem interessante sim, a descrição dos ambientes e personagens é ótima, parabéns. Uma organização digna de um escritor, separando bem as vírgulas, pontos e outros. Só tome cuidado com acentos, algumas palavras estão dem seles. Nenhum erro ortográfico foi notado.

Bom, espero o próximo capítulo. Abraços.
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MensagemAssunto: Re: Human Heart   Dom Maio 31, 2009 6:07 pm

EXCELENTE! BELISSIMO!

Colacaria mais um adjetivo, mas estaria a exagerar realmente. rsrs

A história passando-se no futuro, sem exagerar nos detalhes e efeitos futuristicas, mostra uma historia onde os momentos altos da fanfic sejam os momentos que muitos desejaram que nunca cheguem.

Focando apenas nas partes que são importantes e não detalhando a detalhando o cotidiano de forma que o narrador possa passar mais e mais dos sentimentos dos personagens atrevo a dizer que o narrador já age de forma impessoal, já tendo suas convictas idéias sobre os personagens e passando-as para o leitor já se posicionar em qual a sua visão dos personagens. O que digo com isso? que o narrador não deixa espaço para que o leitor imagine que Moark pai possa ter algum lado humano, ou que o MOnark filho possa ter algum respeito pelo pai, o narrador ja coloca a convicção do mesmo.

Sou facinado por narradores que conhecem os sentimentos dos personagens, mas nem tanto por aqieles que se posicionam quanto ao personagem, pois dificilmente vamos conseguir ser surpreendidos. E nessa história realmente eu acredito que serei. Historias futuristcas, onde a submissão de uma misteriosa androide com sentimentos é algo realmente belo. Uma magnifica ideia junto com uma excelente forma de contar.

Aguardarei ansioso pelo segundo capitulo!
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MensagemAssunto: Re: Human Heart   Dom Maio 31, 2009 11:43 pm

Ah esse cap está ainda sem a terceira edição .-. por preguiça minha de colocar mais detalhes e outras descrições, mas realmente fico feliz ^^ de saber que vocês gostaram desse primeiro cap.

Human Heart é uma história que só sei apenas o começo e o fim, o meio, está sendo formado das minhas gotas de criatividade depois de expremer o cerebro >_>', em outras palavras cada cap sai depois de muito muito muito escrever e ler outras coisas, ou seja, ideias e criticas de vocês leitores são aceitas.

--

Sobre os acentos, pegaram meu ponto fraco, sou horrivel, com concordancia e acentuação, por isso eu conto com um amigo xD que edita cada cap para mim chamado Arthur.

--

A história foi baseada em um shoujo sobre um robô chamado Ciel, mais precisamente eu basiei apenas os dois mundos em igualdade, mas eu não sei explicar exatamente tudo que tirei de base, mas tambem me lembra Gundan Wing esse mundo, então fica a imaginação de vocês.

Fora isso, os personagens eu sempre busco os fazer cada vez mais humanos, ou seja, simples e complicados ao mesmo tempo, previsiveis, mas imprevisiveis, cheios de barreiras, entre outras coisas, por isso, muitas vezes eu mesma me apaixono por eles e jogo meus próprios sentimentos na história, tambem odeio o pai do Sebastian por exemplo.

Realmente chega de enrolar, e obrigada a todos os comentários. ^^
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MensagemAssunto: Re: Human Heart   Seg Jun 01, 2009 11:33 pm

Bem eu vi que pode dar Double Post XD se for para por cap novo, então aqui o cap 2 para vocês.

Eu editei já!!

-----
"Vocês humanos tem um céu dentro de cada um dos seus corações" - Luna

Capítulo 2 - Paz!?


Sebastian olhou para o pai, mas foi por ele interrompido quando ia falar.

- Sua vaca, não fale com ele! – ele jogou Luna no chão e essa apenas se sentou olhando o dono, um monstro com um olhar enlouquente, de puro ódio sem motivo. Mas não importava a cara de medo que fizesse ou a dor que estava sentindo no momento, sua beleza transformava qualquer cara que ela fazia em algo sensual – Não lhe dei permissão nenhuma para falar com ele!

- Pai, ela não estava nem falando comigo... – disse Sebastian levantando da cadeira e pegando suas coisas, ele estava com raiva, medo, nojo – De qualquer modo estou de saída... – ele não olhou para a cara de Luna e nem para o rosto do pai, apenas saiu da casa, iria passar a noite em um hotel, não ia suportar ouvir o pai e a andróide durante a noite, e o que mais doía nele era deixá-la com aquele porco nojento, porém o pior era, que ele não sabia se apenas importava com ela por raiva do pai ou se era por pena da garota.

- Você vai ser castigada! – ele disse segurando os pulsos dela e a arrastando até o sofá pelo chão e a jogando, sem nenhuma pena, sem nenhum rancor de tratar Luna assim, já que objetos são apenas objetos para ser usados. Se fosse humana, ela já teria ganhado vários hematomas pelo corpo e uma marca feia nos pulsos; o resto da noite seria longo para aquela garota, que mesmo com medo, ela não podia resistir, pois sua programação não deixava, pois por mais que não se conforma-se ela acabava fazendo aquilo que seu processador central mandava.


Já era manhã na grande cidade o senhor Monark já havia saído de casa e Luna estava lá sentada ao sofá, olhando o vazio, sem pensar, sem processar nada, apenas em algo que lembraria um modo de espera de um computador, ela já estava usando outro vestido, escovava o cabelo com delicadeza, em um movimento vazio e quase automatico. O único momento que ela sentia que nada iria a assustar era quando ela ficava sozinha, mesmo que esse momento foçe um mero vazio, mas ela sentia uma pequena vontade em meio daquele vazio, era a de continuar a ler a história que a entretera no dia anterior, soltou um suspiro entediado e fora para a janela, admirar o céu da cidade, deixando a espressão de nada sumir, para uma expressão de uma nostaugica paz.

- Sabe que esse céu não é o real? – disse uma voz que para ela era familiar, era Sebastian, ele havia entrado na casa e ela nem havia percebido. Ele a havia observando a varios minutos encostado em uma parede com expressão calma, mas ao mesmo tempo séria.

- Não é real? – ela se virou para ele e disse com a voz calma. Ela realmente era muito mais simples para Sebastian.

- O céu já é algo inimaginável para os humanos... – ele disse com calma chegando perto dela – Talvez você não saiba, mas um dia por causa da poluição e grandes guerras os humanos buscaram duas respostas, uma nas estrelas e outra no subsolo – respirou fundo e continuou – no espaço há pessoas vivendo, e aqui também, nossa água é tão purificada que dá nojo e a deles também, o nosso céu é tão falso quanto o deles porque vivemos em uma cúpula de um holograma, até os pássaros não são mais vivos, isso me da nojo de certa maneira.

- É que vocês ainda querem voltar a viver lá como foi um dia – ela sorriu docemente – mas não precisa ter de ligar para hologramas e falsos pássaros – ela se aproximou dele e colocou a mão no lado esquerdo do peito dele – vocês humanos tem um céu dentro de cada um dos seus corações – ela sorriu – ao menos foi isso que você escreveu em seu livro... – ela continuou a sorrir tirando a mão dele, um sorriso puramente ingenuo e pacifico.

- Boba – ele riu da ingenuidade dela e apenas lhe fez um cafuné, aquelas palavras puras e infantis o acalmavam, ela o acalmava – quer continuar a ler meu livro? – ele estendeu o holograma a ela e está aceitou o mesmo.

"Ela realmente é estranha" ele pensava sorrindo levemente, seu coração estava levemente aquecido por estar ao lado dela, era como se não foçe a sensualidade dela, ou a beleza dela que o atraisse, mas

O tempo passara rápido, ele a escrever, ela a ler, um aproveitando o silencio e a compainha do outro e das histórias, mas logo era noite novamente. Luna parou de ler e o olhou devolvendo o holograma, ela estava preocupada, meio assustada, mas não demonstrava, ela estava assim apenas por desebedecer uma ordem, que podia prejudicar a sua compainha.

- Seu pai me pediu para me arrumar para ele – disse ela com uma voz baixa saindo de perto, não queria que nada acontece ao rapaz – ele não quer que eu fale com você – continuou, a voz demonstrava certo medo – mas eu não sei o porquê, eu o desobedeci – ela fora subindo as escadas da casa, ela não queria voltar aquela realidade de sexo e violencia de sempre, mas era o certo a fazer, era ao menos o que sua programação dizia – ele vai me castigar.

- Não vou deixar que ele faça isso – Sebastian disse para si mesmo, sério e sem exitar, a garota já estava no quarto do pai a se arrumar. Ele apenas se pôs sentado ao sofá logo seu pai chegaria, bêbado, nojento, porco como sempre, mas ele também precisava conversar com o pai, dizer as verdades, não era apenas proteger a andróide e sim também dizer o quanto tinha nojo daquele monstro que era Jefferson Monark, ele precisava disso.

Logo ela descera de novo, vestia um lindo vestido roxo clarinho colado ao corpo, mostrando todas as curvas sensuais, destacando o volume de seus seios médios e de seu quadril, mostrando as pernas brancas e lisas, destacando a perfeição robotica que ela era, havia passado um batom rosa claro na boca, destacando levemente naquele rosto de pele artificial branca e lápis roxo claro como o vestido encima dos olhos vermelhos, os deixando mais chamativos e brilhantes, Luna estava mais bonita do que nunca. Mas ela não encarou Sebastian, nem mesmo quando caminhou até em frente da pora onde apenas ficou de pé, esperando por seu dono, sentindo nojo de si, sentindo nojo do seu senhor. Logo o pesadelo iria começar de novo, queria mais que tudo isso acabasse logo.


Jefferson chegara como sempre, como um porco nojento que havia se mergulhado em suas drogas de alcool, ele olhou para a andróide e fora se aproximando a abraçando como se fosse uma moça qualquer, mas era isso que ela era para ele, seu brinquedo, seu objeto de prazer. Ele não ligou para a presença do filho, começou a apalpá-la, passando as mãos por aquele corpo pequeno, apertando-lhe os seios, acariciando o quadril, apalpando as coxas, a fazendo soltar gemidos programados, só para ver seu filho ir embora como na última noite, só para provocar aquele que possuia o seu mesmo sangue, mas essa não era a intenção do rapaz, ele não iria simplesmente embora de novo por causa da afronta do pai.

Logo o escritor já estava na frente do pai, eles tinham a mesma altura, seus olhares se encontravam, mas nos olhos do mais velho apenas haviam um brilho sadico e a boca possuia um sorriso provocante, como o de um louco, no do rapaz, a expressão séria apenas deixava para ver no olhar, uma grande raiva, acumulada, de modo que com poucos passos firmes lhe aproximaram do pai, de modo que Sebastian dera um soco tão forte no rosto de Jefferson que o robusto homem largou a andróide e cambaleou para traz com a mão no rosto, com alguns dentes quebrados e a gengiva cortada sangrando e manchando a fina camisa social branca com gotas vermelhas.

Luna apenas olhara assustada para o rapaz e seu pai, por que tudo aquilo acontecia ela não compreendia, não conseguia processar facilmente. Não sabia o que fazer, isso não estava em sua programação. Ela já participara de cenas semelhantes com mulheres ciumentas, mas não ao ponto de ser um humano contra o outro tão violentamente e sim a moça que fora traída lhe atacando ou o rapaz.

- O que você pensa que esta fazendo? – disse o pai do rapaz com a mão sobre a face machucada, e olhos de puro ódio – Acha que pode ir agindo assim na minha casa? Quem você pensa que é? – ele já ia em direção ao filho devolver o golpe com outro mais forte, com mais raiva.

- Por favor, senhor Monark vamos para o quarto para eu cuidar desse seu machucado – ela não queria que Sebastian fosse machucado também, ela não queria que algo de tão ruim acontecesse – eu lhe cuido com um jeitinho cheio de carinho – ela disse em um tom bastante sensual segurando o seu dono pelo braço, mas este era mais forte apenas com um empurrão ela caiu no chão.

- Vadia – ele estava irado, sua pressão subira muito, seu coração extremamente acelerado, adrenalina de uma briga misturado com a raiva daquele momento – acha que eu não sei que você fica dando encima desse meu filho boyzinho de merda!? – ele de repente parou de falar colocando a mão no coração, estava sofrendo uma parada cardíaca, uma dor muito aguda no peito, latejante e insuportavel. A ciência mesmo avançada da época não podia curar pessoas que não se cuidavam adequadamente, essa não era obrigação dos avanços cientificos afinal. Jefferson Monark caiu no chão na frente do filho e de sua Andróide, estava morrendo, em uma cara de pura angustia e dor.

O rapaz se aproximou do pai e tentou acudi-lo, porém foi em vão, por mais que fizesse coisas que já vira antes em programas de entreterimento, por mais que usasse do próprio conhecimento, Luna também tentou ajudar, mas era como se o que fizessem não salvaria a vida daquele porco, que finalmente talvez estava pagando por tudo que fizera as outras pessoas, a Luna, ao próprio filho até que finalmente ele estava morto. Quando chamaram a ambulância, era tarde demais, o corpo ainda estava quente, mas a alma talvez já houvesse ido diretamente para o inferno merecido que possuia. O dia seguinte seria o enterro do porco, que seria tão nojento quanto ele, pessoas falsas, amigos de crime, lagrimas fingidas daqueles que cercavam Jefferson Monark, algo talvez bem merecido e digno dele.


No dia seguinte o rapaz vestiu o terno preto, se olhava no espelho seu rosto era apenas serio e seus olhos aparentavam uma leve confusão, por um lado estava triste pela morte do pai, pois mesmo sendo um monstro era seu pai e ao menos as lembranças mais antigas eram felizes com aquele que hoje era um verdadeiro monstro, mas por outro Sebastian estava aliviado com o fato de seus pesadelos terminarem, por que aquele monstro não era possivel ser chamado de pai, por um momento ele esqueceu de Luna. Estava preocupado demais em pensamentos do que seria agora dele dali para frente, do que seria os negócios do pai, e seu lado ganancioso falava da fortuna do mesmo, do seu costumeiro lado egoista que agia por apenas pensar em si mesmo. Descendo a sala, pronto para sair daquela casa para ir para o enterro.

- Senhor Sebastian – a voz da inocente garota o acordou de seus pensamentos – posso lperguntar-lhe uma coisa? – ela estava com a mesma roupa do dia anterior, com ainda um pouco do sangue do pai do rapaz.

- Fale, pois logo eu terei de sair – disse acariciando o cachorro, rude em suas palavras, sem encarar a garota nos olhos, apenas a olhar o animal.

- O que vai ser de mim agora? – ela tinha medo de parar no leilão novamente, ela queria ficar ali com Sebastian, por mais frio que ele foçe naquele momento com ela.

Ele demorou a responder, aquela pergunta o pegara desprevinido, suspirou após pensar bastante sobre a pergunta da Andróide, sobre o que seria daquela garota de seu pai.

- Vou ao enterro, quando eu voltar – a fitou seriamente, suas palavras eram indiferentes – ou até eu decidir o que eu vou fazer com você – ele respirou fundo – você vai morar comigo, logo sairemos dessa casa, a minha está quase pronta mesmo – disse por final indo embora a deixando sozinha, ele não estava querendo se importar com ela, ele era o fato mais importante daquele momento.

Luna apenas sentou no sofá, não sabia o que significava o tom das palavras de Sebastian, e inocentemente ficou a brincar com o cachorro, ao menos esse ela sabia que poderia passar um tempo sem sentir medo de voltar aquela realidade putrita, por apenas de estar com Sebastian por perto ela se sentia mais calma.


Última edição por Kotomi em Dom Jun 07, 2009 11:36 am, editado 1 vez(es)
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Adrian

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MensagemAssunto: Re: Human Heart   Ter Jun 02, 2009 8:27 am

Continuo achando a historória em si excelente e belissima. MAs já desgosto da narrativa.

Desta vez faltam-nos os detalhes para dar emoção a cada cena. Não foi um conto ou uma história, chegou a ser um relato. Faltou a emoção dos sentimentos e cada movimento. Que mesmo não sendo exatamente assim no primeiro episódio, o narrador apresentava e citava a emoção, já no segundo simplesmente deixará de lado. Ficou como se fosse apenas um relato de algo.

Bom, mas voltando a historia e deixando de lado a forma de contar, ficou muito bom. A surpreendente morte do Monark pai e o abalo nítido, pouco descrito, que o filho Sebastian sofreu, chegando a até pensar como o pai sendo por alguns instantes ganancioso, mas voltando-se e perdendo-se em seus pensamentos e sentimentos. Creio que este fora o ponto mais alto até mesmo do que a citação do céu.

Gostei também das falas de Sebastian na conversa com a Andróide. Mostrou que apesar de o pai dele ser uma pessoa nada civilizada, Sebastian possui uma visão pobre do mundo em que vive. E isso foi a parte onde realmente consegui sentir um dos personagens me deixando curioso em porque ele possui essa visão tão fechada das coisas.

Aguardando o terceiro episódio!
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Kotomi
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MensagemAssunto: Re: Human Heart   Ter Jun 02, 2009 3:25 pm

Como eu disse, está tudo para ser editado ainda. XD Uma das coisas que foram arrumadas na impressão que eu ainda não digitei foi isso, esse cap na época eu nao tinha parado para pensar nele, de modo que escrevi em meia hora e postei numa pagina minha ai >_>' ficou meio indiferente da minha parte, mas eu jah ajustei isso e se eu não me engano apartir do 4 volta ao meu normal de caps.

Mas obrigado pelo comentário ^^.
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MensagemAssunto: Re: Human Heart   Ter Jun 02, 2009 7:21 pm

O capitulo esta legal, mas ficou um pouco diferente do anterior. A historia é chamativa e deixa o leitor curioso.
O que será de Luna?
Fico me perguntando... ^^
Continua to ancioso pro proximo.
Kisses ;*
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Última edição por ArnoBeiFong em Qua Jun 03, 2009 8:57 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Human Heart   Ter Jun 02, 2009 9:48 pm

Fazendo um comentário construtivo cheers
Gostei deste episódio. Deu para perceber que o mesmo iria acontecer todas as noites com a andróide, se o porco Jeff não tivesse uma parada cardíaca. Que ele esteja no Palestra Itália lol!
Gostei de sua colocação sobre o futuro, à respeito das cidades; sem poluição, água potável ultra purificada, mas... pássaros falsos, céu falso, e uma cúpula hologrâmica... Talvez isso venha a ser um dos nossos futuros a seguirmos ^^ Mas gostei do posicionamento dele em relação à isso.

E agora, o que será de Luna e Sebastian? Viverão aventuras, se casarão, terão filhos (oww, esse filho deles vai namorar a filha do Kulilin \o\)? Espero que nenhum porco venha irritar eles mais uma vez Õ_Õ
Bem, como já ahvia dito... A sua ortografia é boa, mas às vezes perco a vontade de ler... Você pula duas, três linhas para organizar as frases, não coloca vírgulas, coloca-as em locais errados, e por aí vai... Já disse, e repito: Utilize o Word, e revise seu capítulo várias vezes antes de postá-lo em qualquer fórum. Isso te ajuda a conseguir mais leitores, e deixa a leitura impecável e bem agradável.

Prevejo um belo futuro com Sebastian e Luna ldierando as fincanças do pai 8D Espero que ele se torne um om empresário, e que eles vivam felizes! Espero o próximo capítulo.
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MensagemAssunto: Re: Human Heart   Qua Jun 03, 2009 8:23 pm

Leonardo, se eu foçe você não teria uma visão positiva, de nenhuma história 8D xD pq é perigoso depois ver que o seu querido autor é capaz de fazer com os personagens, para quebrar toda essa esperança.
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MensagemAssunto: Re: Human Heart   Sex Jun 05, 2009 8:42 pm

"Nesse mundo existem pessoas boas e pessoas más..." - Sebastian.
"Eu sou boa ou má?" - Luna.
"Você é...Vocé é um Robô" - Sebastian.

Capítulo 3 - Céu.


Já era noite e Luna se encontrava no sofá, sentada, com o cachorro a dormir em seu colo, esperando por Sebastian. Quando este abriu a porta, apenas a fitou, não dizendo nada, rumando na direção de seu quarto, onde trocou de roupa vestindo algo semelhante a um pijama, uma camisa de mangas longas e uma calça folgada, ficando mais a vontade. Após isso, ele voltou à sala e colocou as coisas sobre a mesa, ignorando os olhares dela sobre si. Não sabia o porque, mas no momento não conseguia gostar de Luna.

Luna apenas deixou o cachorro dormindo e falou com ele, calmamente como sempre.

- Senhor Monark... – iria continuar, mas os punhos de Sebastian bateram forte na mesa, com agressividade. Ela, apenas com medo, abaixou a cabeça – Desculpe-me, eu não irei dirigir mais a palavra sem permissão...

Sebastian, percebendo o que fizera, de olhos baixos ele estava se sentindo tão nojento como o falecido pai. "O que estou fazendo com essa garota, não é culpa dela" ele pensou consigo, e observou a garota, realmente não era culpa dela, não havia o porque dele a tratar assim, arrependido notando a tristeza nos olhos dela ele respirou fundo.

- Eu que deveria lhe pedir desculpas... – disse soltando um suspiro – ... estou um pouco estressado com os acontecimentos recentes, não sei mais o que eu vou fazer daqui por diante. E... Por favor, chame-me apenas de Sebastian.

- Sebastian, eu posso continuar a ler o livro? – diz ela, o olhando nos olhos, com o mesmo olhar de sempre.

- Pode – disse o jovem, entregando o projetor holográfico para ela, voltando até a mesa, começando a mexer em alguns hologramas abertos em janelas que estavam espalhados flutuando aleatoriamente.

- Sebastian – disse ela, com o olhar baixo, como se estivesse lendo. Sua voz não era natural, e ela nem se quer o encarava enquanto falava – Você vai me vender para algum... Bordel? – as palavras saiam em um tom triste, amargo, ressentido.

- Não, Luna... – ele a olhou seriamente – Não sei o que irei fazer com você, vamos ver isso amanhã com mais calma está bem? – sorriu forçadamente para a garota que lhe devolveu um sorriso doce e esperançoso, carregado de emoção.

Após alguns segundos de silêncio, Luna afastou seus pensamentos do livro, depositando o projetor desligado em seu colo. Seus olhos mostravam curiosidade. “Seria ela programada para poder fazer aquilo?” pensou Sebastian, obtendo, ao invés de uma resposta, uma nova pergunta.

- Por que você parecia nunca gostar de seu pai? – diz ela, o olhando, em quanto sua questão saia-lhe dos lábios com uma voz bastante inocentemente.

- Você sabe o que é uma boa pessoa Luna? – diz ele, a encarando após alguns segundos cogitando qual seria sua resposta. Como resposta, ela se limitou a balançar a cabeça para a direta e para a esquerda, como se estivesse dizendo “não”.

- No mundo existem dois tipos de pessoas, as más e as boas... – Parou um instante, observando o rosto da andróide. – ... pessoas boas são aquelas que se esforçam por seus ideais e sonhos, não rejeitam ajudar ninguém mesmo que isso custe à felicidade de si próprio – fez uma pausa, a olhando novamente, vendo sua expressão de interesse, logo continuando sua explicação – enquanto, do outro lado, existem pessoas más, que vivem de ganância, aquelas que pisam encima dos outros sem se importar com o que os outros pensam ou sentem – ele suspirou, podendo-se notar um grande pesar em seu peito quando expirou o ar – claro que podemos ter pensamentos de pessoas más às vezes, como ser egoísta ou até mesmo invejoso, mas se sentir às vezes é diferente de ser uma pessoa má, pois pessoas boas sentem compaixão e amor, não vivendo somente do instinto e selvageria.

- Eu não sei reconhecer pessoas boas e más... – disse ela, o olhando – Mas eu gostaria de sentir ... Egoísmo, inveja, compaixão ou amor ao menos uma vez – os olhos dela olhavam os dele – Será que eu estou quebrada?

- Você diz isso com muita freqüência! – ele riu dela e logo ficou serio novamente – Meu pai era uma pessoa má Luna, um exemplo foi o que ele fazia com você; ele te machucava e xingava como se você fosse lixo, um mero objeto! – suspirou e olhou o teto, escondendo a raiva em sua face com uma expressão pensativa, estava cansado e sua alma atormentada de mais por culpa do pai – Ele fazia isso comigo e com minha mãe, até que chegou um ponto que minha mãe ... – fez uma pausa e olhou para ela – ...Como você poderia entender...hmn – pensou mais um pouco – Chegou um ponto que minha mãe não agüentou mais e ela quebrou para sempre, por isso eu não gosto do meu pai, por que ele é uma pessoa má...

- Eu sou boa ou má? – perguntou ela, curiosa como uma criança, direta ao ponto, ela queria saber mais e entender mais, o encarando, com um certo tipo de apreensão no rosto, esperando uma resposta daquele homem a frente.

- Luna, você é... – ele parou o que ia falar, repensando por um rápido segundo sobre sua frase que iria falar aquela andróide – Um robô, não entra nesse tipo de classificação. – respirou fundo, levantando-se do sofá, como se o peso de uma idade que não possuía houvesse recaído sobre seus ombros – Irei dormir agora... Você, ponha sua bateria para recarregar, arrume aquilo que for seu e diga adeus a essa casa que tem cheiro de morte... – em seguida, ele deu alguns passos, parando na beira da escada, divisando Luna, que ainda estava sentada no sofá. Com um sorriso de canto, bastante forçado, ele disse por fim – e troque essa roupa também por favor – indo para o quarto em seguida, junto de seu cachorro, deixando a robô sozinha na sala, Sebastian estava realmente mais sem paciencia.


Já era de manhã, e os dois poderiam finalmente partir da grande mansão. Luna apenas usava sua roupa branca, de quando chegara na casa, e carregava uma caixa com seus carregadores. Ela sentia algo estranho dentro de si, como se fosse um aviso, uma premonição ou algo do gênero; não sabia como explicar, mas o que ela podia sentir dentro de seu corpo era que o tempo que ficaria ao lado de Sebastian seria feliz. Ficara esperando sentada no jardim da frente da casa sozinha a sorrir e a pensar, aguardando calmamente que o jovem filho do agora falecido magnata Monark.

- Um céu – ela falou olhando o holograma do céu – tudo vai ser um céu de verdade – sorriu sozinha, dizendo para si mesma, já que no local não havia ninguém perto para ouvi-la, para escutar suas palavras cheias de esperaça e ver em seus olhos o sonho de continuar naquela paz.


-----

Editei esse!


Última edição por Kotomi em Dom Jun 07, 2009 1:45 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Human Heart   Sab Jun 06, 2009 12:50 pm

apanha mesmo... hauhauha

bom eu não sei dizer exatamente a impressão que tive do capitulo... mas achei bem curtinho. Acho que esse, ao contrário dos outros, passou bem mais sentimentos.

Eu ainda fico meio sem saber se a robo tem sentimentos ou não pq tem hora que ela apresenta e tem hora que ela fica fazendo o tipo de que não tem. Um pouco confuso de certo.

Gostei deste episódio pelos sentimentos. Mas achei que ele poderia ter sido maiorzinho...

aguardando o proximo
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MensagemAssunto: Re: Human Heart   Dom Jun 07, 2009 1:29 am

Ahah *feliz*

Era para passar essa impressão mesmo, de alguem que tem e nao tem sentimentos, pq ela é um robo necessariamente era para não ter nada do tipo, mas a Luna também é a Luna certo? Ela é especial de sua maneira.

Obrigada pelo comentário.

ps: ainda nao editei gomen
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MensagemAssunto: Re: Human Heart   Dom Jun 07, 2009 4:40 am

Oia Só Parabés Koto-Chan sabia que vc aria sucesso com sua fic aqui
=o Human Heart rox sua fic continua boa e talz quando eu puder
vo começa a lê com mais frequencia e sim sua fic passo boa imprenssão o que posso dizer agora?
Sucesso com a fic


PS: vc vai posta suas outras fics aqui tambem? ou vai cria alguma fic nova? Smile
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MensagemAssunto: Re: Human Heart   Ter Jun 09, 2009 4:21 pm

Esse é o menor cap.

Jaden eu tenho muitas histórias XD a questão eh continuar elas ou digitar, eu morro de preguiça.

-------

Capítulo 4 - Pausa


Sebastian estava a colocando as coordenadas no carro por voz, dando as ordens em outras palavras, era fácil quando seu carro era automático e havia um sistema que interagia com o dos outros carros na cidade, mas não era as facilidades da tecnologia que chamava atenção do jovem escritor, o mesmo olhara para a garota que vestia um vestido branco e fino leve como a pureza de um sorriso que ela dera quando percebeu que estava sendo observada por seu dono, mesmo que Sebastian desviara o olhar ao perceber o sorriso, era doloroso de mais olhar aquela garota, aquela andróide agindo daquela maneira doce sendo que no dia seguinte ele teria de devolve-la, o pior seria dizer isso a ela, não era justo ela parecia realmente feliz, parecia muito humana, porém era um robô e por causa disso o rapaz não entendia o por que de ser tão dolorido falar aquilo a Luna.

Ela entrou no carro futurista colocando o cão em seu colo e o olhando sem dizer nada, eles dois estavam no banco longo da frente do carro, enquanto ele apenas ordenou que partissem à casa dele.

Não demorara muito para que chegassem, mesmo sendo do outro lado da cidade da área dos mais bem sucedidos em questão de dinheiro, tudo graças fluxo de carros magnéticos, que era rápido e organizado, diferente dos pensamentos de Sebasthian que só se tocou que havia chegado em casa quando Luna e seu cão desceram animados. A casa era bonita, tinha um formato quadrado de um único andar, lembrava um quadro surrealista do cubismo, flutuava sobre um pedaço de metal concavo magnetizado, no mesmo sistema que dos carros a diferença que não se moviam no ar, ela ficava num bom bairro daquela grande cidade subterrânea que cada vez mais crescia para os lados e para baixo, para cima.

Ela olhou maravilhada para aquele pequeno lugar, que possuia uma árvore na frente, com um pequeno jardim, ele já não dava tanta importância ao próprio lar,afinal era apenas mais uma das varias casas que também flutuavam naquele bairro. Sebastian desceu do carro olhou-a de relance e entrou na casa deixando que ela o seguisse, ele realmente estava confuso, e essa confusão estava o deixando bravo e irritado.

- Até que em fim eles a colocaram para flutuar – disse ele dando um suspiro cansado,logo jogava as malas de roupas em uma pequena mesa de centro, era uma casa simples, tudo de aço e poliéster, tudo bem cuidado, incrivelmente limpo.

Ela olhou em volta parecia um pequeno apartamento próprio para uma pessoa havia um sofá, pilhas e pilhas de livros de verdade e cubinhos holográficos, havia uma tela holográfica onde seria uma espécie de TV futurística na parede, e também tinha a mesa de centro e uma poltrona, num canto uma mesa normal com quatro cadeiras e uma pequena cozinha separada por uma bancada, alem disso havia quartro outras portas, um talvez era a varanda dos fundos, uma deveria ser o quarto, outro um banheiro e o terceiro era uma dispença onde logo um robô de tamanho médio saiu, era um simples modelo moderno de "empregada", este era prateado por inteiro e lembrava um ovo sobre um prato invertido com rodinhas e varios espaços para girar e abrir, Luna reconheceu era um X10.

- É uma bonita casa – ela disse sempre educada e calma, o cachorro correu para uma varanda que havia nos fundos, passando por uma portinhola, Sebastian foi até , enquanto o pequeno X10 abria as janelas para tirar o ar abafado da casa.

- Aqui é meu quarto, ali tem um banheiro, aqui é a cozinha e a sala, eu vou me deitar – abriu, entrou no quarto e fora se deitar, sua alma estava cansada, precisava organizar os pensamentos, ele deixou a andróide novamente sozinha, sem enteder o que se passava com o rapaz.

Ela se sentou no sofá e pegou um daqueles livros de verdade com cuidado, era uma relíquia ver aquelas coisas, não existiam mais dês do século XXII, leu um deles chamado a “Riqueza e pobreza das nações”, era uma pausa e ela concluía algo em quanto lia aquelas paginas.


Ele deitara na cama se jogando, era um idiota por se sentir mal para um robô programado.

- Eu sou ridículo - diz fechando os olhos com força, tentando fazer o sono chegar de uma vez.

--------

Ai to com dor de cabeça
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MensagemAssunto: Re: Human Heart   Qui Jun 11, 2009 12:20 pm

Olá, Koto. Li o Capítulo 3 e está ótimo. Passou mais sentimentos que os outros, mesmo sendo curto. As palavras de Sebastian foram sábias, e Luna está começando a ganhar sentimentos. Apenas tome cuidado com vírgulas e acentos, estão em falta. E quando alguém pergunta, é assim - perguntou ele. e não - diz ele. Pois está fazendo uma pergunta, não?

O capítulo 4 foi muito curto, e acho que esta coisa de ficar editando é inútil. Por que não escreve tudo, e depois passa aqui completo? É bem melhor. As falas ficaram muito sem sentido por causa do uso excessivo de vírgulas onde não é para usar, e está faltando onde é para usar. Tome muito cuidado!

No mais, espero o próximo capítulo.
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MensagemAssunto: Re: Human Heart   Sex Jun 12, 2009 12:11 pm

XD ele realmente eh curto assim pq eu digitei para desencargo de conciencia comigo mesmo na epoca, eu to fazendo essa fic desde 2007, e soh tem 6 caps ateh agora
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MensagemAssunto: Re: Human Heart   Dom Jun 14, 2009 3:59 pm

capitulo 4 lido. ^^

Basicamente a chegada em casa. Não disse muito realmente, a penas apresentou o sofrimento que Sebastian passa por não conseguir entender seus próprios sentimentos.

Pessoalmente não sei se foi o capitulo curto, mas esse capitulo ficou-me estranho. O narrador tenta descrever os locais e parece se perder, fora que ele descreve algumas coisas como futurista, e horas... a história se passa num futuro longínquo... dificil entender...rsrs

Mas, a situação de angustia do Sebastian foi entendida sem dúvida.

Continuo esperando para ver o porque a roubo parece ter sentimentos, afinal essa é a explicação que construirá todo o charme do personagem. Vai transformar ela em possível. Já que o pai do sebastian era podre de nascença e o filho complexado pelas atitudes do pai (eu acho na verdade... espero que se detalhe mais disso.. hueheueh. rsrs

Esperando o próximo (que só deve acontecer depois do final das avaliações)
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MensagemAssunto: Re: Human Heart   Dom Jun 14, 2009 4:17 pm

Olá Kotomi. Venho aqui avaliar a sua fanfic.

Escrita


Organização - 3 - A organização está muito boa, separando falas de narração, e pulando espaços adequadamente. Mas por você ficar editando o capítulo, estraga a organização.

Ortografia - 2 - A ortografia em si, como palavras repetidas e erradas, falta de acentos e outros está mais ou menos. Mas já as vírgulas e os pontos... estão ruins. Melhore nisto.

Leitura - 3 - Juntando a organização e a ortografia, a leitura fica mediana, pois com tais erros apresentados acima, ela fica desagradável.

Personagens

Descrição - 3 - Li e reli todos os capítulos, mas mesmo assim você não relembrou nos outros capítulos a aparência dos personagens, deixando-os sem descrição.

Participação na História - 4 - Todos os personagens tiveram uma boa participação até agora. Até o cachorro ^^

Harmonia de Ações - 4 - Cada personagem teve seu momento certo para aparecer e agir, fazendo assim com que nenhum ficasse esquecido da história.

Idéias

Quantidade - 3 - Foram poucas idéias, simplesmente de uma andróide ter sentimentos igual aos humanos, num futuro não tão distante.

Desenvolvimento - 3 - A história não foi muito bem desenvolvida, a não ser pelo fato de Sebastian ter que cuidar de Luna e das finanças do pai de agora em diante.

Originalidade - 3 - Histórias sobre andróides com sentimentos não é algo comum, mas é bastante usados em várias espécies de fanfics.

História

Descrição - 4 - A história sobre andróides com sentimentos fora bem descrita, contando seu sofrimento diante dos homens safados.

Explicação das Tramas - 4 - Como disse acima, a trama foi bem explicada, sobre andróide tendo sentimentos próprios, e demonstrando isso claramente.

Tamanho da História - 2 - Capítulos minúsculos, que não dão para aproveitar mais de 5 ou mais eventos, passando poucas informações.

Nota Final: 38/48

Comentário Final: A história é bem interessante, sobre andróides, no futuro, terem sentimentos, e demonstrarem isto claramente. Aperfeiçoe os quesitos ruins e estragados que eu disse, como ortografia em geral, entre outros.

-------

Pronto! Aguarde a avaliação de Puresparky, Gunner e ArnoBeiFong!
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MensagemAssunto: Re: Human Heart   Dom Jun 14, 2009 9:17 pm

Titio Pures está aqui =D

Escrita 9/12

Organização - 3 -
As falas estão bem separadas, porém tem uso excessivo de virgulas e por que você edita muito fode complica um pouco as coisas
Ortografia - 2 - Muitas palavras repetidas e erradas, eu por exemplo no Cap 3 vi um: "lpergunta-lhe" O_o e você edita muito, antes de você editar podemos ver algumas palavras e excessos de pontos.

Leitura - 4 - Uma leitura agradavel que consegue te envolver com a história, boa garota. Até usa algumas palavras menos utilizadas pela sociedade. Razz

Personagens 9/12

Descrição - 2 -
Você descreve a Luna mais do que frequentemente, deixa os outros de lado, uma pequena dica, tente descrever a mãe do Jefferson, por que ele gostava tanto dela? por que ela era tão amavel? e etc...

Participação na História - 4 - Os personagens apareçeram em boa quantidade para o pequeno tamanho de caps, continue nessa formúla, e agora um pedido meu, gostaria de ver o X10 em ação ^^

Harmonia de Ações - 3 - No pouco em que o senhor Monark ( pig ) aparecia, você citava que ele era um porco bebado sedento por sexo, tentasse dar um diferençial para ele, para não deixar o personagem muito repetitivo, agora a Luna também está começando a cair nessa Mesmisse, ela só lê livros e conversa sobre natureza humana com o Jeff, tente mudar algo, quem sabe ela não tente cozinhar para agradar ele por exemplo?

Idéias 7/12

Quantidade - 3 - Foram usadas uma boa quantidade de idéias, como o povão indo pro espaço, carros automáticos, mais vamos falar sobre isso em originalidade.

Desenvolvimento - 2 -
A História está no começo, então não podemos falar sobre desenvolvimento, mais olhe: As coisas estão acontecendo muito repentinas, de forma muito brusca, tente explicar melhor as coisas! Como por exemplo: Tente dar ums solução inteligente para o Jeff conseguir sustentar ele (e óbviamente a Luna) os livros dele farão sucesso? Ele vai assumir a empresa do pai? e essas coisas.

Originalidade - 2 - Então, todas as idéias que você usou e abusou como o espaço, andróides, hologramas, robôs, são muito explorados em filmes (Ficção cientifica) e desenhos(Jetsons)! Luna e seus sentimentos também podem ser vistos em animês (como DBZ, onde os andróide 16 e 18 sentiam compaixão pelos outros, 16 foi na briga contra cell pelo Gohan, e antes mesmo de virar humana 18 já amava Kurilin)

História

Descrição - 3 - Descreveu perfeitamente a trama, por que algumas Robotetes eram usadas para safadeza, os sentimentos do filho pelo pai...
Porém pecando em alguns quesitos, como por exemplo, se o Monark era tão nojento, por que a mãe de Jeff tomou não tomou uma atitude, Era era submissa a ele? Ele tinha um segredo sobre ela?

Explicação das Tramas - 3 - A trama girou em volta dos sentimentos dessa peculiar andróide,porém poderia ter acrescentado "um tempeiro ao sanduíche" adcionando novas informações para cada vez que o leitor ler um novo capitulo!

Tamanho da História - 2 - Os capitulos são poucos e pequenos, no meio deles, não dá para adcionar muita coisa para deixar a trama mais elaborada (o que lhê custou pontos no quesito explicação de temas) e então fez você cair na mesmisse dos dialogos sobre humanos entre Jeff e Luna.

Nota Final: 33/48

Comentário Final:
Os poucos capitúlos pobres em tamanho, prejudiram-te para adcionar idéias novas e divertidas, o seu maior problema como você citou é a preguissa de digitar, trabalhe-a adcionando novas idéias e enriqueçendo a fic ;D
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MensagemAssunto: Re: Human Heart   Qui Jun 18, 2009 8:28 pm

Minha avaliação:


Escrita
Organização - 4: Organização está perfeita, com as falas sendo separadas claramente dos parágrafos de narração.
Ortografia - 2: Encontrei alguns erros ortográficos, como palavras erradas, acentos e vírgulas faltando.
Leitura - 3: Apesar dos erros ortográficos encontrados, a leitura é agradável por causa da ótima organização.

Personagens
Descrição - 3: Os personagens foram bem descritos no momento em que foram apresentados, mas não houve um reforço durante a história, para que o leitor se lembrasse das descrições anteriormente realizadas.
Participação na História - 4: Todos os personagens participaram bem até agora.
Harmonia de Ações - 4: Por ter poucos personagens, a fic mostrou todos muito bem, fazendo com que nenhum fosse deixado de lado.

Ideias
Quantidade - 3: Poucas ideias, somente uma androide semi-humana vivendo no futuro.
Desenvolvimento - 3: A história parece estar sendo bem desenvolvida, apesar do pequeno número de capítulos dificultar uma avaliação mais precisa deste quesito.
Originalidade - 3: Andróides no futuro não é algo raro, mas foi original na maneira com que desenvolveu a ideia na fic, com uma androide com sentimentos que se apaixona por um humano.

História
Descrição - 4: A história foi bem descrita, não deixando dúvidas quanto à ideia da fic.
Explicação das Tramas - 4: Os acontecimentos foram muito bem explicados, possibilitando ao leitor não ficar perdido na história.
Tamanho da História - 3: A história está no ritmo certo até aqui, mas o tamanho dos capítulos deixa um pouco a desejar.

Nota Final: 40/48

Comentário Final: A história é interessante, com os androides que têm sentimentos, e os conflitos internos que os protagonistas passam. A sugestão é para que você melhore sua ortografia e aumente o tamanho dos capítulos, para que assim, sua história tenha cada vez mais leitores.
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MensagemAssunto: Re: Human Heart   Qua Jul 01, 2009 11:05 pm

Avaliando a fic para o Torneio. ^^
Oi Kotomi... vai aqui minha avaliação. Boa Sorte.
^^


Escrita:

Organização: 4 - Otima organização. Paragrafos bem divididos, tudo está em seu mais perfeito lugar,

Ortografia: - 3 - Alguns errinhos ortograficos, mas nada de mais.

Leitura: 4 - Leitura bem agradável. A narração é otima e situa o leitor direitinho na historia. Parabens.

Personagens:

Descrição: 4 - Todos bem descritos. Tudo muito bom. Até os lugares são bem descritos... as roupas etc..

Participação na historia: 4 - Todos participaram. Ate o robozinho domestico do Sebastiam.

Harmonia de Ações: 3 - Todos foram utilizados e tiveram seus momentos. Porem, eu achei que o pai "porco" do Sebastian devia ter feito algo mais e ate o proprio Sebastian... Sei lá... Devia ter mostrado um pouquinho mais do dia dia deles...

Ideias:

Quantidade: 3 - Poucas ideias. Só aproveitou mesmo a ideia da androide que vendida para ser uma prostituta (ou quase isso... ela não faz isso por dinheiro. .-.) e que o dono dela morre e qual o destino dela? Não se sabe ainda... Mas tipo... Poderia ter mais ideias. O relacionamento da andoride com o Sebastian poderia ter sido mais detalhado e fazer com na fic acontessesse mais coisas...

Desenvolvimento: 3 - Ate que está bom pelo pouco numero de capitulos. Sugiro que aumente mais os capitulos (gosto deles um pouquinho maiores.).

Originalidade: 2 - Androides... Um mundo futuro... Onde não haveria quase nada da natureza e tal... Já li muitas historias deste tipo e elas me chamam muito atenção. E sua fic se trata disso (ou pelo menos é nessa realidade que ela se passa.). É uma fic que promete. Prossiga com ela. Parabens.

História:

Descrição: 3 - Como disse, a historia ainda esta meio confusa com base no destino da androide, mas tenho certeza que isso será revelado nos proximos capitulos. Dei nota três mais mesmo porque ainda ta no começo.

Explicação das tramas: 4 - Tudo muito bem explicado (com resalva daquele negocio do destino de Luna.). Os sentimentos... pensamentos de cada personagem... tudo muito bem explicado. Parabens.

Tamanho da Historia: 3 - Esta ate bom pelo numero de capitulos. Continue. Parabens.

Nota final: 40/48


Comentario Final: A fic é otima. A ideia não é la tão original, mas a trama em que os personagens estao envolvidos é otima. Continue, pois eu particurlamente sempre estarei acompanhando. Sugestão: aumente os capitulos e narre mais fatos, acontecimentos e tal.
Boa sorte no Torneio. Abraço.
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MensagemAssunto: Re: Human Heart   Qui Jul 02, 2009 1:05 am

XD ah que bom que bom, esse foi o ultimo avaliador certo? XD *coçando a cabeca* parei essa história no cap 6 e 8D *rola no chao* eu tenho ideias, mas não posso encaixar mais nenhuma pq nao estou achando maneiras XP quando eu achar eu digito, até lah eu estou com essa história parada, porem colocarei o resto dos caps daki alguns dias.
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MensagemAssunto: Re: Human Heart   

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Human Heart

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